A eugenia como uma expressão da luta de classes
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Coordenador :
Ivan Ducatti
Ano:
2026
Edital:
EDITAL PROEX/UFF Nº 9/2025 HABILITAÇÃO DE AÇÕES DE EXTENSÃO
Protocolo:
670.2.2026
Departamento/Setor:
ESS
Área Temática :
Trabalho
Tipo:
Projeto
Redes sociais:
midias_sociais
Objetivo
Divulgar o conceito de eugenia buscando analisar a diferença entre questão eugênica e eugenia em si O que se conhece e bem sobre as teorias eugênicas raramente ultrapassa o território epistemológico da formação dessa pseudociência As práticas eugênicas existiram em vários países e foram muito diversas entre si Na literatura sobre o tema o holocausto nazista ainda é dada a sua dimensão trágica para toda a humanidade o referencial quase que exclusivo desse fenômeno como um tipo ideal Mas sabemos que outras práticas menos conhecidas ou simplesmente ignoradas foram práticas também deletérias como o isolamento compulsório de portadoresas de hanseníase no Brasil e em vários países da América Latina A literatura sobre o fenômeno ainda se estabelece sobre o pensamento daqueles e daquelas que conceberam ideais eugênicos Falta muito sobre as práticas que foram mundiais Sabese muito sobre o que osas eugenistas pensaram mas há uma infinidade de pesquisas historiográficas ainda a ser construídas
Resumo
Tratase de um Projeto de Extensão do NEGREM Núcleo de Estudos em Trabalho SexoGênero e RaçaEtnia a partir do Materialismo HistóricoDialético Com este tencionase analisar como a existência da opressão de sexogênero e raçaetnia solidifica a divisão entre as classes como é o caso da eugenia Para que os diagnósticos acerca dos conflitos e das contradições inerentes ao modo de produção capitalista sejam realizados à luz da ciência de maneira a desvendálose trazêlos às análises ontológicas que suas problemáticas sóciohistóricas requerem para a compreensão e atuação em nossa sociedade os estudos sobre o trabalho no MPC sobre relações de sexogênero e sobre o racismo serão realizados desde o arsenal heurístico do materialismo históricodialético O método escolhido permite ancorar na materialidade a discussão da opressão de sexogênero e raçaetnia contrapondose às correntes idealistas que atribuem essas opressões apenas às causas simbólicas eou culturais