Coordenador : Maudeth Py Braga
Ano: 2021
Publico Alvo : Pessoas com deficiência e/ou doenças crônicas, usuários de programas de reabilitação; Assistentes Sociais, Fisioterapeutas, Médicos e alunos da área de diversas áreas.
Local de atuação: GSI
Resumo
Atenta-se aos impasses e invenções que compõem o cotidiano de pessoas com deficiência. Destacam-se como objetivos: analisar vetores de produção de concepções de deficiência e seus efeitos nas práticas de cuidado e saúde. Contribuir com a formação de estagiários na área de saúde através da discussão do modelo social da deficiência. Indaga-se: De que modo se dá o atendimento presencial e/ou remoto nos Centros Especializados de Reabilitação. Quais as questões presentes nas práticas de estágio obrigatório e não-obrigatório? Que estratégias são adotadas para o acesso ao trabalho? Que outros modos de intervir Psi são possíveis ao se reconhecer o protagonismo do usuário de saúde? Para a discussão dessas questões recorre-se às contribuições de Braga (2021) Certeau (1994), Canguilhem (2002), Lancillotti (2003), Moraes (2010) e Nunes (2005). Opta-se por uma estratégia qualitativa de investigação conjugando: observações, entrevistas, rodas de conversa e fóruns de discussão. A clientela envolve usuários da Associação Fluminense de Reabilitação, estagiários e equipe técnica. Pretende-se ampliar a participação de estagiários e residentes da rede. O contexto da Pandemia da Covid-19, ainda em curso no Brasil, remete a utilização de plataformas digitais para a realização de atividades, como minicursos e encontros. Busca-se, pela circulação da palavra, a apropriação de conceitos relacionados ao modelo social da deficiência considerando as experiências dos participantes. O propósito é discutir com os partipantes noções fundamentais do modelo social da deficiência e suas interfaces com as práticas no campo da saúde. Entende-se que a ação extensionista é uma afirmação do tripé: ensino, pesquisa e extensão.