Coordenador : Marco Aurélio dos Santos Sanfins
Ano: 2021
Publico Alvo : O Projeto Educação Financeira para Comunidades - Cursos Gratuitos com foco em comunidades urbanas, rurais e territórios de comunidades, assentamentos da reforma agrária e remanescentes de quilombos titulados e/ou certificados, propõe-se a estimular diversos segmentos das comunidades em foco, a utilizar princípios da economia financeira para o gerenciamento da vida financeira, contribuindo para que os orçamentos das famílias proporcionem o máximo de qualidade de vida possível e estimulem a cidadania.
Local de atuação: NEES
Resumo
Este projeto tem como concepção de que a Educação Financeira não consiste somente em aprender a economizar, cortar gastos, poupar e acumular dinheiro. Busca a partir de princípios econômicos, incentivar as pessoas a encontrar estratégias financeiras de melhorar a qualidade de vida, tanto no presente momento quanto no futuro, proporcionando a segurança material necessária para as suas demandas atuais e futuras, ao mesmo tempo em que prevê garantias para eventuais imprevistos que poderão surgir. A concepção do projeto é que não existe uma resposta certa para essas questões. Podem-se escolher respostas diferentes de acordo com o momento econômico que o mundo ou o país está vivendo e ou com o estilo de vida pessoal. Contudo, o mais importante é que as escolhas sejam feitas de modo consciente, que se conheçam as implicações das decisões. O que se almeja é que todos tenham uma atitude equilibrada dentro de sua capacidade financeira e de suas verdadeiras necessidades. Esta é a concepção de Educação Financeira que se propõe este projeto. Pretendemos atingir também comunidades quilombolas e assentamentos da reforma agrária. No que tange às comunidades quilombolas, estas correspondem a grupos populacionais tradicionais que subsistem através de economias principalmente agrícolas, de base familiar ou comunitária, em geral completamente descapitalizadas e voltadas para a subsistência. Nos assentamentos da reforma agrária encontramos grande variação produtiva e diferentes formatos de inserção econômica, mas em geral encontramos populações que compõem o chamado campesinato, baseado na agricultura familiar e na baixa ou inexistente capitalização.