Coordenador : Armando Cypriano Pires
Ano: 2021
Publico Alvo : As atividades de formação e vivência envolvem grupos comunitários, comunidades escolares, comunidade universitária e outros que expressarem interesse. As atividades propostas para a forma remota mobiliza pessoas de diferentes lugares e interesses. O perfil do público do Instagram da Ecorráuze hoje, majoritariamente, se identifica como do gênero feminino e está na faixa etária de 17 a 44 anos, com destaque para a faixa etária de 25 a 34 anos que representa mais da metade de nossos acessos. O projeto atingiu pessoas dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e Pernambuco e até mesmo de outros países. Além disso há um crescimento expressivo em termos de engajamento e crescimento do perfil. As interações com o perfil como um todo têm crescido cerca de 10.5% por semana, enquanto as interações com publicações crescem cerca de 20% semanalmente. O número de seguidores do perfil cresce em média 0.5% semanalmente. Em enquete realizada dentro do perfil da Ecorráuze, através de ferramenta própria do Instagram, foi possível receber um retorno dos seguidores a respeito de questões como a temática e frequência dos posts, bem como o formato do conteúdo. Cerca de 99% dos seguidores que responderam à enquete gostam desta nova abordagem de extensão, enquanto 100% dos seguidores aprovaram o conteúdo dos posts e o caracterizaram como relevante. Em relação ao formato de apresentação de conteúdo, 69% prefere ver posts no feed enquanto 31% prefere a ferramenta “Stories”. A frequência de postagem avaliada como ideal por 69.5% dos seguidores foi de 2 posts por semana, número que o projeto optou por adotar inicialmente.
Local de atuação: MPS
Resumo
O projeto estuda e aplica saberes, práticas e técnicas em permacultura e agroecologia-sistemas agroflorestais, viáveis socioeconômico e ambientalmente, em diferentes espaços e territórios buscando coproduzir tecnologias sociais e ampliar autonomia dos cidadãos. Inclui atividades de educação ambiental (crítica) e alfabetização ecológica, com realização de oficinas e vivências que tratam do uso de tecnologias para reaproveitamento de água, tratamento de efluentes e reutilização de resíduos sólidos, telhado verde, compostagem e construções com material natural, horticultura, sementeiras e sistemas agroflorestais, entre outros. As vivências possibilitam a difusão dos temas de bioarquitetura, permacultura e agroecologia e incentiva a implementação das técnicas apresentadas, nas próprias residências dos estudantes de diversos cursos da universidade e dos participantes das mesmas. Cada vivência é antecedida por pesquisa e debate teórico acerca da técnica/tecnologia que será aplicada. O processo permanente formativo promove a troca, o diálogo e o intercâmbio e busca a estruturação de fonte de dados e narrativas para análises de efetividade e eficiência das técnicas/tecnologias adotadas. Assim, Formação e Vivência atuam na construção de ‘espaços disciplinares de extensão’ para novos itinerários dos cursos da UFF.