Coordenador : Domingos Barros Nobre
Ano: 2021
Publico Alvo : O Programa já atende a 882 estudantes e 74 professores, sendo: Estudantes: CIEGKKR: 88 alunos indígenas da Aldeia Sapukai (Angra dos Reis) e 23 alunos da Aldeia Itaxim (Paraty Mirim), perfazendo o total de 111 alunos indígenas. 157 alunos dos Quilombos do Campinho e do Cabral (SME de Paraty) 605 alunos caiçaras da Zona Costeira (SME de Paraty) 07 alunos de Graduação da UFF 02 Alunos de pós-graduação UNIRIO e Univ. Cádiz Total: 882 alunos Professores: Indígenas: 09 profs. da SEEDUC Não Indígenas: 7 profs. do IEAR/UFF, que atuam no Mag. Ind. Que atuam nos Quilombos: 22 profs. de Fund. I e II Que atuam nas comunidades Caiçaras: 24 profs. de Fund. I e II Que atuam nas redes municipais e estadual: 12 profs. que frequentam o Grupo de Pesquisa (CNPQ): “Espaços Educativos e Diversidade Cultural” Total: 74 professores Obs: Falta incluir aqui as duas Escolas Estaduais da Ilha Grande, que se iniciará em 2021 e não temos ainda o quantitativo atualizado.
Local de atuação: DED
Resumo
O programa é um conjunto de ações extensionistas articuladas com Ensino e Pesquisa, que visam colaborar na implementação de políticas públicas através de aumento de escolaridade básica, habilitação em magistério indígena e produção de material didático bilingue, com jovens Guarani do Rio de Janeiro, junto a SEEDUC-RJ. Além de políticas públicas de educação escolar caiçara e quilombola diferenciada com a Secretaria Municipal de Educação - Paraty), o Fórum de Comunidades Tradicionais (FCT), e outros parceiros institucionais. O papel do IEAR/UFF através do Programa tem sido o de formação continuada dos professores e implantação de um movimento de reorientação curricular, visando a construção de uma educação diferenciada que considere a valorização dos saberes populares e a defesa do território tradicional. Desde 2016, o projeto das escolas caiçaras atendidas em Paraty, agrupou-se com os outros projetos de educação escolar quilombola e indígena desenvolvidos pelo IEAR/UFF no Programa: Escolas do Território. Com a formatura da primeira turma (iniciada em 2016) em 2019, a proposta do acompanhamento pedagógico é ampliar os processos de formação docente e construção de currículos integrados e diferenciados e propugnar estratégias para dar sustentabilidade ao modelo de educação diferenciada como política permanente nas escolas já implantadas e expandir o modelo para a abertura de novas turmas e escolas nas comunidades tradicionais de Paraty, a partir das demandas apresentadas em 2020. Em 2021 serão atendidas também as Escolas Estaduais de Ensino Médio, da Vila do Abraão e Provetá, em Ilha Grande.