Coordenador : Alba Cristina Miranda de Barros Alencar
Ano: 2021
Publico Alvo : O público-alvo de estudo deste projeto abrangerá, principalmente, pacientes diagnosticados como portadores do vírus HIV e/ou com AIDS e seus principais familiares que convivem no mesmo domicílio e são assistidos pela Casa Maria de Magdala. Cerca de 150 famílias serão convidadas a participarem das ações. Os participantes da pesquisa deverão atender aos seguintes critérios: 1– Pacientes com teste confirmatório para HIV. 2 – Pacientes que estejam com AIDS no momento da pesquisa. 3 – Parente ou companheiro não reagente para HIV que conviva no mesmo domicílio que o paciente HIV e/ou AIDS no momento da pesquisa. 4 – Pacientes ou membros da família (pelo menos um adulto e uma criança não infectada pelo HIV) que sejam frequentadores da assistência da Casa Maria de Magdala. . A participação de atividades sobre educação e saúde são consideradas benefícios, pois poderá promover internalização de métodos preventivos das principais parasitoses, o que consequentemente poderá mudar suas posturas em relação à higiene e cuidado com si mesmo. Essa mudança poderá transformar a realidade de cada indivíduo, deixando-o menos suscetível. Com a pandemia, visamos desenvolver uma rede social com informações do projeto que poderão atingir um público alvo geral, além dos assitidos da Casa Maria de Magdala. Acreditamos que será possível atingir mais pessoas interessadas no tema sobre saúde que tenham acesso a internet.
Local de atuação: MPT
Resumo
As parasitoses constituem um problema de saúde pública, principalmente, devido ao difícil acesso pela população mais necessitada, ao saneamento básico e à educação, uma vez que a transmissão desses agentes relaciona-se com as condições de vida. A presença de parasitoses oportunista em soropositivos pode causar transtornos na qualidade de vida. É possível que familiares e acompanhantes que habitam o mesmo domicílio que os pacientes portadores de HIV estejam infectados com endoparasitos, mas sejam assintomáticos, logo essa convivência pode ser um risco em potencial para esses imunossuprimidos. Nesse sentido, é fundamental a educação em saúde e o diagnóstico parasitológico para a manutenção da qualidade de vida. Uma ação extensionista junto à comunidade, que é carente em tantos sentidos, poderá provocar uma transformação na vida do assistido portador do vírus HIV, dos seus familiares e, ademais, na vida do graduando que terá através desse projeto a oportunidade de elaborar a práxis do conhecimento acadêmico. Objetivamos possibilitar a promoção em saúde e desenvolver metodologias educativas aos portadores HIV/AIDS assistidos por uma instituição filantrópica de Niteroi e para o público geral com acesso a internet. O grupo pretende se atentar na discussão de temas como HIV, parasitos e qualidade de vida e tem como diferencial apresentar, para tal, uma educação em saúde sob uma perspectiva ampla e crítica através da redes sociais. Os participantes serão favorecidos, pois terão esclarecimento a respeito de medidas profiláticas das parasitoses.