Coordenador : Alexandre José Firme
Ano: 2019
Publico Alvo : O público envolvido por atividades resumidas referem-se a: 1. Bancas de Feira na UFF, envolvem 5 estudantes do Desenvolvimento Acadêmico; 5 do Núcleo Pacha Mama que estão neste projeto; 2 professores; 1 técnica educacional; 60 pessoas que circulam toda q
Local de atuação: GAG
Resumo
Há um censo comum de que as feiras livres estão fadadas ao desaparecimento, ou a se tornar aquilo que Milton Santos definiu como rugosidade do espaço, algo superado pelo tempo mas que ainda existe, de pé, com vigor e dado da existência concreta. Contrariando esta crença, as Feiras livres existem em muitos municípios, como Itaboraí e São Gonçalo, diversificando-se para atender a um público que procura, por exemplo, alimentos mais saudáveis, ou simplesmente uma interação maior, como a tradicional relação entre Feirante e Freguês (aquele que era considerado antigamente como o Paroquiano da Freguesia). Resgatar a memória biocultural (TOLEDO, 2015) neste espaço se constitui um desafio acadêmico, que neste projeto conta com a experiência de 5 anos do Núcleo Pacha Mama, na indissociabilidade ensino-pesquisa-extensão na UFF. Para o curso de Bacharelado em Ciência Ambiental o Projeto ComViver Feiras contribui para as Unidades Curriculares de Agroecologia; Conflitos Ambientais; Processamento Digital de Imagem; Agricultura Urbana, corroborando com a missão do Núcleo de Estudo que é Promover Diálogo de Saberes, desenvolvendo a metodologia chamada ComViver (viver com, no caso, viver com os/as Feirantes), pelas práticas de É dia de Feira, onde cada participante tem oportunidade de fazer uma vivência, no período de realização semanal a feira, na Feira Livre de Itaboraí, na Feira da Salvatori em São Gonçalo e na Banca de Feira, na UFF. Com o resgate da memória biocultural nessas feiras, serão realizadas ações de formação (ensino), pesquisa e extensão com o público beneficiário (Feirantes e Fregueses).